“Primeiro as cores, e depois as pessoas.
Geralmente é assim que vejo as coisas”
(A morte em: A Menina que Roubava Livros)
Este foi meu primeiro livro.
Não o primeiro que li, mas foi o primeiro que li por vontade própria.
Então foi o primeiro.
Ele é o livro de minha vida, foi com ele que vi que a morte é um resultado.
Resultado de tudo de bom ou ruim que fazemos em vida.
Este livro me fortificou, e em 2009, eu tive grandes problemas.
E fiz um amigo, que ajudou, e daí eu comecei a sentir o que realmente é ter um amigo.
E ai veio às férias, e antes da mesma eu resolvi meus problemas.
E depois das férias, veio o 2° ano.
E este meu amigo, foi bom para mim.
O único problema, é que as causadoras de meu problema caíram na minha sala, mas logo em seguida descobri que eu e elas fomos vitimas de fofocas.
Mas, contudo, ainda tinha este amigo do meu lado.
E mesmo não concordando com os poucos defeitos do mesmo, eu ainda o chamava de: “Pai”
Então, eu fiz uma musica que falava de mim.
“Pegue um pouco de fermento, misture com ressentimento, pequenos garotos devem se defender” e por ai vai.
E depois, quando eu estava com raiva deste mesmo amigo,eu fiz uma musica.
Que falava de promessas.
Mas ai eu vi que eu havia idealizado algo que não existia.
E modifiquei a musica:
“E se todos falassem mal, eu os destruiria, e que seu conceito é banal, eu o defenderia”
E dei o livro da minha vida, a este mesmo amigo.
E cantei a musica, a este mesmo amigo.
E este mesmo amigo chorou.
Não por estar emocionado pela homenagem.
E sim, pelo fato de não saber o que era ter uma amizade de verdade.
E por não saber ser um amigo.
E por na verdade apenas atuar.
Ele me contou tudo, desde suas vitórias, até as derrotas.
Ele mostrou aquilo que realmente era.
E eu fiquei abismado.
E as coisas nunca mais foram às mesmas.
Lembro que teve um dia em que eu o mandei queimar o livro.
Lembro que brigávamos muito.
Ele era egoísta.
E eu posso dizer que eu o afastei deste meio.
Pois o amor que ele nunca recebeu das pessoas,
Eu ofereci a ele, um amor de irmão.
E às vezes, eu ficava atormentado, com medo.
E eu era ateu. Talvez eu acreditasse em Deus, desacreditando.
E, meu medo, me aproximou de Deus.
Mas como sempre, do meu jeito.
E talvez, esta era a missão deste meu amigo.
E se quer saber, até eu entrar no Acas,eu não sabia qual era a minha.
Até que conheci um professor, que também extraiu meu medo.
E conheci você.
Você é meu caso divino.
Você foi o anjo, que Deus me enviou.
Não pra você me mandar fazer as coisas.
Mas, eu vi sua alma.
Sua gentileza, carinho e humildade.
E me serviu como exemplo.
E no dia que falaram mal de mim, e a Faby foi pra diretoria.
Eu olhei pro lado e vi uma luz, mas em forma de gente.
E eu olhava pra essa luz, perguntando mentalmente o que fazer.
E me veio à resposta: - Michelle!Vou pedir desculpas, mesmo que eu esteja certo.
E você consentiu.
E a partir da li, eu soube qual era minha missão: fazer a diferença na vida de alguém.
Assim como você fez, na minha vida e naquele momento.
E depois da tempestade, veio à bonança, o Musical, o esforço
E a Vitória.
E hoje estou aqui, podendo contar esta pequena história.
De como um livro, que fala de opostos.
De vida e morte, De amor e ódio, de injustiça e justiça.
Pode influenciar em nossas vidas.
“Eu dei um beijo em um demônio, eu fui até o inferno, eu senti medo.
Eu pedi ajuda, eu vi uma luz, e eu abracei um anjo.”
(Luiz)
Esta é a historia do Livro que dei a dois opostos, que fizeram a diferença em minha vida.
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